Cardiologista especializado em câncer
O cardiologista especializado em câncer atua na cardio-oncologia, área dedicada à avaliação e ao acompanhamento da saúde cardiovascular de pessoas que estão em tratamento oncológico ou que já passaram por essa etapa.
O Dr. Marcelo Stefanuto realiza acompanhamento em cardio-oncologia no interior de São Paulo. A avaliação pode ocorrer antes, durante ou depois do tratamento contra o câncer, conforme o histórico clínico, os fatores de risco e a orientação da equipe responsável.
Esse acompanhamento não trata o câncer e não substitui o oncologista. Seu papel é avaliar questões cardiovasculares que possam existir antes do tratamento ou surgir ao longo do cuidado oncológico.
Cardiologista especializado em câncer: o que faz?
Alguns medicamentos utilizados no tratamento do câncer e determinadas formas de radioterapia podem estar relacionados a alterações cardiovasculares em certos pacientes. O risco não é igual para todas as pessoas.
O cardiologista avalia condições anteriores, como hipertensão, diabetes, colesterol elevado, arritmias e outras doenças cardiovasculares. Também considera o tratamento oncológico planejado ou já realizado.
Dependendo do caso, a atuação pode envolver:
- Avaliação cardiovascular antes do tratamento oncológico;
- Identificação de doenças cardíacas e fatores de risco já existentes;
- Acompanhamento clínico durante determinadas terapias oncológicas;
- Avaliação de sintomas cardiovasculares;
- Investigação de alterações identificadas em consultas ou exames;
- Tratamento de condições cardiovasculares quando diagnosticadas;
- Acompanhamento depois do término do tratamento oncológico, quando indicado;
- Comunicação com os demais profissionais envolvidos no cuidado.
A necessidade e a frequência das avaliações são definidas individualmente. Nem todo paciente com câncer precisa do mesmo tipo de acompanhamento cardiológico.
Cardiologista especializado em câncer é oncologista?
Não. O oncologista é responsável pelo diagnóstico e pelo tratamento do câncer. O cardiologista que atua em cardio-oncologia acompanha questões relacionadas ao coração e à circulação dentro do contexto do tratamento oncológico.
As duas áreas podem trabalhar de maneira compartilhada quando a condição cardiovascular precisa ser considerada nas decisões clínicas.
O que é cardio-oncologia?
A cardio-oncologia aproxima conhecimentos da cardiologia e da oncologia para avaliar a saúde cardiovascular de pessoas com câncer.
Esse cuidado pode começar antes do tratamento, quando são avaliadas doenças e fatores de risco já existentes. Durante a terapia oncológica, o acompanhamento pode ser ajustado conforme o risco, os sintomas e os resultados dos exames.
Depois do tratamento, algumas pessoas podem precisar continuar o acompanhamento cardiovascular. Essa necessidade depende das terapias recebidas, das condições clínicas e das orientações médicas.
A cardio-oncologia não garante que uma alteração cardiovascular será evitada nem que o tratamento oncológico poderá ser mantido sem mudanças. As decisões dependem da evolução de cada caso e devem ser discutidas pela equipe responsável.
Quando procurar um especialista em cardio-oncologia?
A avaliação pode ser indicada pelo oncologista, pelo cardiologista ou por outro profissional da equipe. Também pode ser considerada quando existem doenças cardiovasculares anteriores ou sintomas durante o tratamento.
Entre as situações que podem justificar uma avaliação estão:
- Doença cardiovascular diagnosticada antes do tratamento contra o câncer;
- Histórico de infarto, insuficiência cardíaca ou arritmia;
- Hipertensão arterial, diabetes ou colesterol elevado;
- Tratamento oncológico que exija acompanhamento cardiovascular;
- Radioterapia realizada em região próxima ao coração;
- Alteração cardiovascular identificada durante o tratamento;
- Orientação do oncologista para avaliação cardiológica;
- Necessidade de acompanhamento depois do tratamento oncológico.
A presença de um desses fatores não confirma que o paciente terá uma complicação. Ela pode apenas indicar a necessidade de uma avaliação mais cuidadosa.
Quais sintomas devem ser comunicados à equipe médica?
Durante o tratamento contra o câncer, sintomas novos ou mudanças importantes em sintomas já existentes devem ser informados aos profissionais responsáveis.
Entre os sinais que merecem atenção estão:
- Falta de ar durante atividades ou em repouso;
- Dor, pressão ou desconforto no peito;
- Palpitações ou batimentos irregulares;
- Tontura ou desmaio;
- Inchaço nas pernas, tornozelos ou pés;
- Cansaço diferente do habitual;
- Aumento ou queda persistente da pressão arterial.
Esses sintomas podem ter diferentes causas e não confirmam, por si mesmos, uma alteração cardíaca. Ainda assim, precisam ser comunicados para que a equipe avalie a situação.
Dor intensa ou persistente no peito, falta de ar súbita, desmaio ou mal-estar importante podem exigir atendimento de urgência.
Como funciona a avaliação cardio-oncológica?
A avaliação começa com uma conversa sobre o estado de saúde, o diagnóstico oncológico, os tratamentos planejados ou já realizados e os medicamentos utilizados.
O cardiologista também considera doenças anteriores, sintomas, pressão arterial, diabetes, colesterol, histórico familiar e outros fatores que possam influenciar a saúde cardiovascular.
Quando necessário, exames podem complementar a avaliação. A escolha depende da situação clínica e da informação que precisa ser esclarecida.
Avaliação antes do tratamento oncológico
Antes do início do tratamento, a consulta pode ajudar a identificar doenças cardiovasculares e fatores de risco já existentes.
Essa avaliação fornece informações sobre as condições do paciente naquele momento. Ela não prevê com certeza como o organismo responderá ao tratamento e não significa que haverá uma complicação.
Acompanhamento durante o tratamento
Durante a terapia oncológica, a frequência das avaliações pode variar. Alguns pacientes precisam apenas de acompanhamento clínico, enquanto outros podem receber indicação de exames em determinados períodos.
Se surgir alguma alteração, a equipe analisa sua importância e discute as possíveis condutas. As decisões sobre manter, ajustar ou interromper uma terapia oncológica pertencem à equipe responsável e dependem dos riscos e benefícios de cada situação.
Acompanhamento após o tratamento
Algumas terapias podem justificar acompanhamento cardiovascular depois do término do tratamento oncológico. Em outros casos, esse seguimento pode não ser necessário ou ocorrer apenas conforme os cuidados habituais de saúde.
A periodicidade é definida a partir do tratamento recebido, das condições cardiovasculares e da evolução clínica do paciente.
Exames utilizados na cardio-oncologia
Não existe uma lista de exames obrigatória para todas as pessoas. A investigação é definida conforme o risco cardiovascular, o tratamento oncológico e a dúvida clínica.
Entre os exames que podem fazer parte da avaliação estão:
- Eletrocardiograma;
- Ecocardiograma transtorácico;
- Ecocardiograma com strain longitudinal;
- Holter 24 horas;
- M.A.P.A.;
- Exames laboratoriais, quando indicados;
- Outros exames definidos pela equipe conforme o caso.
O ecocardiograma com strain longitudinal pode ser utilizado em situações específicas para analisar a função do músculo cardíaco. Sua indicação e interpretação dependem do contexto clínico.
Atuação do Dr. Marcelo Stefanuto em cardio-oncologia
O Dr. Marcelo Stefanuto é médico cardiologista, CRM-SP 189092 e RQE 124838. Atua em cardiologia clínica, medicina intensiva, ecocardiografia e cardio-oncologia.
No acompanhamento cardio-oncológico, considera o histórico cardiovascular, os sintomas, os fatores de risco e o tratamento proposto pela oncologia. As orientações são apresentadas ao paciente de maneira acessível e podem ser revistas conforme a evolução clínica.
O Dr. Marcelo também atua como cardio-oncologista no Hospital Amaral Carvalho em Jaú SP.
Para conhecer de forma mais ampla essa área de atendimento, consulte também a página sobre cardio-oncologista em Jaú SP.
Dúvidas sobre cardiologista especializado em câncer
Todo paciente com câncer precisa de um cardiologista?
Não necessariamente. A indicação depende do tratamento oncológico, das condições cardiovasculares, dos fatores de risco, dos sintomas e da orientação da equipe médica.
O acompanhamento impede problemas no coração?
Não existe garantia de que uma alteração cardiovascular será evitada. O acompanhamento permite avaliar riscos, sintomas e mudanças clínicas, além de orientar o tratamento de condições cardiovasculares quando necessário.
O cardiologista pode interromper a quimioterapia?
Decisões sobre o tratamento contra o câncer devem ser tomadas pela equipe responsável, considerando o quadro oncológico e cardiovascular. O cardiologista fornece informações sobre a saúde do coração para contribuir com essa análise.
Quem já terminou o tratamento precisa continuar o acompanhamento?
Algumas pessoas podem precisar de acompanhamento cardiovascular após o tratamento, enquanto outras não. Essa decisão depende da terapia recebida, das condições de saúde e das orientações médicas.
O cardio-oncologista trata o câncer?
Não. O tratamento do câncer é conduzido pelo oncologista. O cardio-oncologista avalia e acompanha a saúde cardiovascular dentro do contexto oncológico.
Como saber se preciso dessa avaliação?
O paciente pode conversar com o oncologista ou com o cardiologista responsável. Eles poderão avaliar se o tipo de tratamento, o histórico de saúde ou os sintomas justificam o acompanhamento cardio-oncológico.
Atendimento em cardio-oncologia
no interior de São Paulo
- Jaú SP
- Bariri SP
- Itapuí SP
- Mineiros do Tietê SP
- Dois Córregos SP
- Distrito de Potunduva SP
- Garapuã SP
- Barra Bonita SP
- Igaraçu do Tietê SP
- Lençóis Paulista SP
- Brotas SP
- Torrinha SP
- Santa Maria da Serra SP
- Bocaina SP
- Boraceia SP

